PRÓLOGO

Tudo o que ele quer - Parte Um

PRÓLOGO

Era fodido desejar a doce e gentil cunhada do meu irmão. Mas, não posso me ajudar se aquela garota era gostosa para caralho.

Agora, ela estava sempre caminhando na minha frente com aquelas fodidas saias lápis que as secretárias sexys usavam. Porra, meu pau ficava duro só de ver aqueles maravilhosos quadril delineados, aquelas pernas estonteantes em cima de um salto matador. Aquela garota amava salto alto e sabia como fazê-los ficarem fodidamente excitantes. Mas, você quer saber a verdade? Eu não dou a mínima se a sua irmã é casada com o meu irmão. Depois de pegar todas as minhas cunhadas, mais uma não iria fazer a merda de diferença. Mas, foda, eu tinha que prometer aos meus pais e meu irmão que eu não ia estragar tudo, fodendo a aquela garota até a porra do esquecimento.

Fazem mais de três anos, três fodidos anos, que estou me controlando para fodê-la. Então, quando preciso extravasar, fodo qualquer uma que aparece no bar. Loira, morena, ruiva. Não importa, meu pau vai comer a sua boceta no final. Nomes são dispensáveis, já que não vou lembrar mesmo na manhã seguinte.

Mas, essa noite eu estaria pegando a filha de um amigo do meu pai, Miranda, é a porra de uma sugadora. Tomando a porra do meu pau tão profundo na sua garganta que não engasgava. E, como esperado, Miranda começar a foder meu pau antes mesmo de chegamos ao meu apartamento.

Enrolo minhas mãos em torno do seu cabelo, fodendo aquela boca úmida e quente, tentando dirigir a merda do carro. Meus olhos estão turvos, enquanto Miranda agarra as minhas bolas em sua mão e as massageia. Foda-me, desse jeitinho!

Aumento o ritmo, fodendo a sua boca mais forte e mais profunda. Posso sentir a cabeça do meu pau batendo no fundo da sua garganta, fazendo-me gemer em apreciação. Respirei fundo, parei o carro no encostamento e me concentrei no prazer de ter aquela boca em volta do meu pau.

Sem qualquer aviso, Miranda levanta-se, sobe a barra da sua saia e puxa sua calcinha de lado e senta com força no meu pau, suspirando com a invasão. Impulsiono meu quadril para cima, batendo o meu pau mais profundamente dentro dela, fazendo a engasgar e arquear sua costa com o prazer. Agarro seu quadril, movendo o meu pau mais descontroladamente dentro dela.

— Sim — Miranda ofegou. — Mais forte, Gael, por favor — gemeu, colocando suas mãos no teto do carro.

Prendendo-a no lugar enquanto meto dentro e fora da sua vagina molhada, metendo com força até a porra do talo. Empurro a sua blusa, puxando o seu sutiã preto para baixo e belisco o seu mamilo com força, levando-o em minha boca. Lambo, chupo e mordo o seu mamilo, sugando para deixá-la marcada.

Sua boceta começar a me apertar mais forte, seu quadril movendo-se contra mim com mais intensidade. Ela está perto. Prendo os meus braços a sua volta, imobilizando-a no lugar e empurro dentro dela, até que ela goza com um alto gemido, apertando aquele canal encharcado ao meu redor, continuo estocando dentro dela até que a minha visão ficar turva, derramando fortemente dentro dela.

Ofegando, Miranda cai em cima de mim, suas mãos segurando em meus ombros enquanto tenta olhar para o meu rosto.

— Estou uma bagunça — diz fracamente, sua respiração pesada. — Me diz que você tem lenços umedecidos por aí para que eu possa me limpar.

Como eu sabia que isso poderia acontecer, guardei vários em meu porta-luvas.

Miranda e eu estamos nesse estilo de relacionamento há quatro anos, já que a mesma não quer saber de casamento até que sua carreira esteja da maneira que quer. Então, ambos fazemos exames a cada seis meses para nos certificarmos que está tudo certo um com o outro para podermos foder sem camisinha.

Ainda mais, Miranda tinha uma cápsula no braço e um DIU para que não pudesse engravidar em hipótese alguma. Tenho que concordar com ela que todo o cuidado é pouco.

Saindo de cima de mim, Miranda começa a se arrumar. Fecho o meu jeans e arrumo o meu cabelo, colocando o carro em movimento novamente. Estamos indo para uma exposição de arte de um dos clientes dela, onde ela iria tentar ganhar alguns pontos com ele.

— O que você vai fazer amanhã? — Perguntei, tentando quebrar o silêncio.

— O de sempre — murmurou, arrumando a sua camisa. — Trabalhar.

Continuamos em silêncio durante todo o trajeto. Aquilo me fez observar o quanto Miranda e eu temos poucas coisas em comum, além de sermos fodidos viciados em trabalho. Apenas isso, mais nada.

— Você sabia que seu irmão me convidou para o seu aniversário de casamento? — Perguntou ela, de repente. — Nunca nos demos bem.

Escondo um sorriso. Juliana, minha cunhada, acreditava que o meu tinha que começar a aceitar Miranda, já que ela era uma presença constante na minha vida. Foi uma fodida conversa de quase DUAS horas, onde meu irmão passou três dias dormindo no meu sofá e reclamando sobre ter malditas bolas azuis.

Até mesmo eu, malditamente, senti pena dele.

CAPÍTULO UM - PARTE UM